quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Eu te Amo, Cara


SINOPSE:

Peter Klaven (Paul Rudd) é noivo de Zooey (Rashida Jones), a mulher dos seus sonhos. Ao organizar a cerimônia de casamento ele percebe que não tem qualquer amigo mais íntimo o qual possa convidar para ser seu padrinho. Decidido a resolver a situação, ele passa a encontrar vários homens na tentativa de ter uma verdadeira amizade. É assim que conhece Sydney Fife (Jason Segel), com quem se identifica. Eles cada vez se tornam mais amigos, até que esta situação coloca em risco o próprio noivado de Peter.

IMPRESSÕES:

Mais uma comédia de costumes, só que dessa vez o foco (como no excelente Ressaca de Amor, só que sobre um prisma diferente) aborda o universo de afinidades do universo masculino. Mesm não sendo inovadora, "Eu te Amo, Cara (I Love You, Man)" é um achado. O filme apresenta personagens bem construídos (tanto os protagonistas, quanto os imprescindíveis coadjuvantes) e com personalidades próprias, isto com certeza devido ao ótimo timming do elenco e ao bem-costurado roteito, visto que a história envolve bastante pois prima pela simplicidade, tanto nas ações, quanto nas soluções.








Paul Rudd (Faça o Que eu Digo, Não Faça o Que eu Faço) e Jason Segel (Ressaca de Amor) possuem uma química incrível, demonstrada através da interação entre seus personagens. J.K. Simmons (o eterno J.J. Jameson da série Homem-Aranha) continua exemplar, apesar do seu espaço neste filme ser um tanto quanto menor do que em outros trabalhos recentes. Já o diretor e roteirista John Hamburg (Quero Ficar com Polly) comanda tudo de maneira aberta e tranquila, pois é notável a confiança que o elenco transparece na tela, além das muitas improvisações nos diálogos (fato realmente comprovado nos materiais de extras do DVD), aspecto que deixa o filme com um caráter mais "real", mais palpável.


Por fim, "Eu te Amo, Cara" é uma comédia muito bacana pois, como deveriam seguir todas as comédias, diverte sem apelar para excessivas gags físicas ou festivais intermináveis de palavrões e ofensas generalizantes e preconceituosas (perdão a quem gosta dos filmes dos irmãos Wayans e aos Todo em Mundo em Pânico e afins).

Obs.: É válido destacar a presença mais do que especial do eterno Incrível Hulk da TV, Lou Ferrigno, que interpreta a ele mesmo, além da ponta de Jon Favreau, mais conhecido no momento como o diretor de O Homem de Ferro!

NOTA: 8.

Elenco: Paul Rudd, Jason Segel, Rashida Jones, J.K. Simmons, Andy Samberg, Joe Favreau e Lou Ferrigno.

Ficha Técnica:
Título original
:I Love You, Man
Gênero
:Comédia
Duração
:105 min
A
no de lançamento:2009
Site oficial
:http://www.euteamocara.com.br
Estúdio
:DreamWorks SKG / The Montecito Picture Company / Bernard Gayle Productions / De Line Pictures
Distribuidora
:DreamWorks SKG / Paramount Pictures / UIP
Direção
: John Hamburg
Roteiro
:John Hamburg e Larry Levin
Produção
:Donald De Line e John Hamburg
Música
:Theodore Shapiro
Fotografia
:Lawrence Sher
Direção de arte
:Eric Sundahl
Figurino
:Leesa Evans
Edição
:William Kerr


Trailer:

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Heróis


SINOPSE:

Uma mistura de ação, suspense e ficção científica, o filme conta a saga de jovens americanos com poderes de telepatia e clarividência que têm de se esconder de uma agência clandestina do governo dos EUA. Eles precisam se unir e usar suas diferentes habilidades para escapar da agência de uma vez por todas.


IMPRESSÕES:

Vendida no Brasil como um filme no estilo do seriado Heroes, esta produção indepentente é bastante interessante. Apesar da trama teimar em confundir com terminologias que não acrescentam no desenvolvimento do enredo, "Heróis (Push)" arranca boas interpretações de Chris Evans (Quarteto Fantástico) e Djimon Hounsou (Diamante de Sangue), apresenta Dakota Fanning (Guerra dos Mundos) agora adolescente e aposta na beleza (por enquanto é apenas isso que é demonstrado por ela) de Camila Belle (10.000 A.C.), que lembra nuito (esteticamente falando) a personagem de Selma Blair nos dois filmes de Hellboy.

Fazendo uma mistura entre ficção-científica e aventura (com certeza também inspirado na trilogia X-Men), "Heróis" é uma boa saída entre tantos blockbusters inflados lançados no verão norte-americano. Possui uma direção segura de Paul McGuigan (do bacana Xeque-Mate), tendo seu maior pecado residindo na metragem total do longa; talvez se o corte final tivesse limado uns dez minutos, o ritmo do filme melhorasse acentuadamente. No geral, um bom filme pipoca. Com certeza bem melhor do que X-Men Origens - Wolverine, Transformers - A Vingança dos Derrotados, G.I. Joe - A Origem de Cobra, dentre outros blockbusters com orçamentos quase que ilimitados.

NOTA: 7.

Elenco: Chris Evans, Dakota Fanning, Camilla Belle, Djimon Hounsou e Cliff Curtis.

Ficha Técnica:
Diretor: Paul McGuigan
Produção: David Bourla, Amy Gilliam, Michael Ohoven, David Valleau
Roteiro: David Bourla
Fotografia: Peter Sova
Trilha Sonora: Neil Davidge
Duração: 111 min.
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Ficção Científica
Cor: Colorido
Distribuidora: Paris Filmes

Trailer:

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Killshot - Tiro Certo


SINOPSE

Blackbird (Mickey Rourke) é um matador da máfia que se une a Rickie Nix (Joseph Gordon-Levitt), um caloteiro, para extorquir US$ 20 mil de um corretor imobiliário local. O golpe deles é por acaso descoberto por Wayne Colson (Thomas Jane) e sua esposa, Carmen (Diane Lane), o que faz com que se tornem seus novos alvos.


IMPRESSÕES

Apesar dos comentários nada favoráveis a este longa, decidi conferi-lo e, apesar do mesmo não ser o desastre divulgado, também não é lá essa "Coca" toda, ou seja, não é um filme ótimo ou até mesmo muito bom. Deixe-me explicar: o problema de Killshot - Tiro Certo (Killshot) (começa pelo subtítulo, no mínimo tosco, medonho, redundante...) não está no casting, pois o literalmente ressurgido das cinzas Mickey Rourke (O Lutador), a simpática Diane Lane (Noites de Tormenta) e o já não mais tanto brucutu Thomas Jane (O Nevoeiro) não estão apresentam interpretações deslocadas, apenas não se destacam, talvez não tenham entrado de cabeça no projeto do longa, nas idéias do escritor norte-americano Elmore Leonard (o filme é adaptado de um de seus livros), que, dentre vários trabalhos adaptados para o cinema, estão "O Nome do Jogo" e "Be Cool", ou talvez o cineasta britânico John Madden (vencedor do Oscar de melhor filme por "Shakespeare Apaixonado") não tenha focado e direcionado a trama da maneira correta. Contudo, quem obviamente estava desfocado do restante da equipe era o ator Joseph Gordon-Levitt (G.I Joe - A Origem de Cobra), que no meu ponto de vista é um jovem de muito talento (apesar de ter despontado na carreira como a maioria dos teen-stars, numa comédia para adolescentes, escolheu uma até que legal, "10 Coisas que Odeio em Você", que também revelou o finado Heath Ledger, vencedor do último Oscar de ator-coadjuvante, por "Batman - O Cavaleiro das Trevas", e segui com filmes muito legais como "O Vigia", "Stop-Loss" e "Milagre em Sta. Anna", esse último dirigido por Spike Lee), no entanto encontra-se extremamente caricato e exagerado nos trejeitos do homicida psicótico que interpreta, lembrando um pouco uma imitação malfeita do Coringa construído pelo parceiro Heath Ledger, no mais recente filme do Batman.









Mas, voltando ao filme, fica claro que o seu maior problema reside na construção da trama. Ela não chega a ser iverossímel (bem, é cinema, não é mesmo?), porém é bastante desinteressante e, pra piorar, desfocada. Qual seria o foco primordial da trama de Killshot? O drama do casal vivido por Lane e Jane, que estão prestes a entrar em divórcio? Ou seria um suspense angustiante no melhor estilo "Cabo do Medo" (clássico de Martin Scorcese, com Robert De Niro e Jessica Lange)? Pois é, o longa acaba não tomando uma decisão e, pra completar a angústia, sua metragem de um pouco mais de 1 hora e meia parece estender-se por muito mais tempo (ou seja, cadê o ritmo da coisa? Ferramenta super-importante para um thiller envolver o espectador). Sendo assim, nem mesmo anunciar (como fez a distribuidora brasileira) com letras garrafais (em caixa alta) PRODUZIDO POR QUENTIN TARANTINO salva Killshot da decepção ao subirem os créditos finais.

NOTA: 6.

Elenco: Diane Lane, Mickey Rourke, Thomas Jane, Joseph Gordon-Levitt, Rosario Dawnson e Hal Holbrook.

Ficha Técnica:
Título original:Killshot
Gênero:Suspense
Duração:95 min
Ano de lançamento:2008
Estúdio:The Weinstein Company / FilmColony / Road Rebel / Lawrence Bender Productions
Distribuidora:PlayArte
Direção: John Madden
Roteiro:Hossein Amini, baseado em livro de Elmore Leonard
Produção:Lawrence Bender e Richard N. Gladstein
Música:Klaus Badelt
Fotografia:Caleb Deschanel
Direção de arte:Brandt Gordon
Figurino:Beth Pasternak
Edição:Mick Audsley e Lisa Gunning
Efeitos especiais:Baseblack

Trailer:

Inimigos Públicos


SINOPSE

John Dillinger (Johnny Depp, de Sweeney Todd - O Barbeiro da Rua Fleet) era um criminoso audacioso e violento, mas que atraía a opinião pública ao seu favor, principalmente, porque dizia retirar das instituições financeiras o dinheiro que elas roubavam do cidadão. Seus assaltos a bancos e fugas rápidas enlouqueciam a polícia que não tinha condições de enfrentá-lo. Assim, prender o assaltante tornou-se uma obsessão do então burocrata J. Edgar Hoover (Billy Crudup, de Watchmen - O Filme), que disposto a tudo para fortalecer o famoso F.B.I., coloca Dillinger como o inimigo público número um. Para ajudar em sua missão, Hoover contrata o policial Melvin Purvis (Christian Bale, de O Exterminador do Futuro - A Salvação) e o deixa igualmente obcecado pela captura do bandido, que se apaixona por Billie Frechetti (Marion Cotillard, de Um Bom Ano) e acaba complicando a sua vida.
(Fonte: Adoro Cinema)

IMPRESSÕES

Ao contrário do que sugeria o trailer de Inimigos Públicos (Public Enemies), o andamento do novo trabalho do norte-americano Michael Mann (de Miami Vice) não lembra em nada o também exemplar "O Gângster (American Gangster)", de Ridley Scott (Um Bom Ano). Ao invés de um "duelo" envolvendo crime e lei, como preto e branco (sem trocadilho direto aos protagonistas do longa de Scott, que eram Denzel Washington e Russel Crowe), mas sim deixa bastante claro que o "mal" possui seus atrativos, sua causa de ser, principalmente quando disseca alguns dos mecanismos nada ortodoxos utilizados pelo antigo Bureau de investigação norte-americano (FBI), tendo como um dos cabeças da época J. Edgar Hoover (vivido com muito brilho por Crudup - pena que com pouco tempo de tela), um burocrata não muito afeito a seguir as regras burocráticas pré-estabelecidas pelo órgão, porém bastante competente, com destaque a publicização de sua própria imagem como "homem da lei".
Outra idéia interessante que tem destaque é a do culto e da celebração aos criminosos do período (época de recessão econômica - paralelo com os nossos dias?) pela população dos Estados Unidos, vendo-os muitas vezes como ícones e até mesmo heróis, fato este já discutido de maneira bastante provocativa no belíssimo filme "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford", estrelado por Brad Pitt e pelo irmão de Ben Affleck, Casey Affleck. O Longa-metragem de Mann corrobora esse ponto de discussão, sendo auxiliado pela interpretação sutil de Johnny Depp, que vive o carismático e perigoso gângster com aura de Robin Hood, John Dillinger.

É válido também destacar a qualidade do casting de Inimigos Públicos, que possui gente do porte de Christian Bale, Marion Cotillard, Stephen Dorff (de Blade), David Wenham (de Austrália), Giovanni Ribisi (de O Vôo da Fênix), Channing Tatum (de Stop-Loss), Stephen Graham, dentre outros, entre papéis coadjuvantes (caso de Bale e Cotillard) e pontas rápidas e circunstanciais.

Quanto à técnica, seria chover no molhado comentar. É sabido que independentemente do enredo, todo filme de Michael Mann detém um apelo visual e uma qualidade técnica em nível excelente. Contudo, posso destacar a tradicional câmera na mão, que dessa vez detém um diferencial, visto que foi captada com qualidade de tecnologia Imax, ou seja, perfeita para se assistir numa TV Full HD.

NOTA: 8,5.

Ficha técnica:
título original:Public Enemies
gênero:Drama
duração:140 min
ano de lançamento:2009
estúdio:Universal Pictures / Relativity Media / Forward Pass / Misher Films / Tribeca Productions / Appian Way
distribuidora:Universal Pictures / UIP
direção: Michael Mann
roteiro:Ronan Bennett, Michael Mann e Ann Biderman, baseado em livro de Bryan Burrough
produção:Kevin Misher e Michael Mann
música:Elliot Goldenthal
fotografia:Dante Spinotti
direção de arte:Nathan Crowley
figurino:Colleen Atwood
edição:Jeffrey Ford e Paul Rubell
efeitos especiais:CafeFX / Picture Playground

Trailer:

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A Montanha Enfeitiçada

SINOPSE

A montanha enfeitiçada é um local repleto de histórias, apesar de jamais encontrado. A lenda diz que fica localizada no meio do deserto de Nevada, nos Estados Unidos. Jack Bruno (Dwayne Johnson) é um taxista de Las Vegas que um dia conhece Sara (AnnaSophia Robb) e Seth (Alexander Ludwig), adolescentes que possuem poderes sobrenaturais e que estão em plena fuga. Precisando protegê-los, Jack passa a acompanhá-los em sua busca pela montanha para que possam salvar o mundo.




IMPRESSÕES


Divertida refilmagem de um clássico setentista da Disney e estrelada pelo carismático e bastante esforçado Dwayne "ex- The Rock" Johnson (de A Gangue Está em Campo), Carla Gugino (de As Duas Faces da Lei), AnnaSophia Robb (de Ponte para Terabítia) e Alexander Ludwig (de Os Seis Signos da Luz), A Montanha Enfeitiçada é um filme dinâmico, direto e envolvente, que mistura o ritmo clássico das aventuras em estilo matinê (como as produções dos anos 80) com diversas homenagens ao mundo dos fãs de ficção-científica (de Star Wars à convenções de nerds).


Este é um longa que não compromete, muito menos apresenta novidades ao gênero. Contudo, é uma boa pedida para intermediar um drama profundo ou pra ver ao lado dos filhos, sobrinhos, primos ou até mesmo para se desligar do mundo por uma hora e meia e voltar a ser "criança".

NOTA: 6,5.

Ficha Técnica:
título original
:Race to Witch Mountain

gênero
:Aventura

duração
:01 hs 38 min

ano de lançamento
:2009

site oficial
:http://www.disney.com.br/cinema/montanha/index.html

estúdio
:Walt Disney Pictures / Gunn Films

distribuidora
:Walt Disney Pictures

direção
: Andy Fickman

roteiro
:Matt Lopez e Mark Bomback, baseado em estória de Matt Lopez e em livro de Alexander Key

produção
:Andrew Gunn

música
:Trevor Rabin

fotografia
:Greg Gardiner

direção de arte
:John R. Jensen

figurino
:Genevieve Tyrrell

edição
:David Rennie

efeitos especiais
:Furious FX / Proof / RotoFactory


Elenco: Dwayne Johnson, AnnaSophia Robb, Alexander Ludwig, Carla Gugino e Tom Everett Scott.

Trailer:

Katyn

SINOPSE

No início da Segunda Guerra Mundial, o exército polonês é aprisionado pelos russos, por ordem dos nazistas. Esta é a his¬tória dos oficiais poloneses assassinados na Floresta Katyn, e de como o poder comunista tentou forçar suas mulheres e famílias a esquecê-los.

O que seria dessas mulheres, que esperavam por seus entes queridos, quando a Polônia foi escravizada pela Rússia? Será que pátria e liberdade ainda teriam o mesmo significado para os que aceitaram o novo sistema?



IMPRESSÕES


Relato sincero e tributo a um evento não muito conhecido da população fora das fronteiras da Europa Oriental, ocorrido durante o regime nazi-fascista e o comunismo soviético, apresentando de forma crua e sem exagerar na emoção a trajetória do povo polonês (principalmente das mulheres), durante e após a chacina em massa de diversos oficiais do exército polonês pelos "salvadores" soviéticos, estes que incriminam os "malvados" nazistas pelo episódio e, de maneira nada sutil (à ferro e fogo, diga-se), "convençeram" o povo polonês desta verdade.


Dirigido pelo veterano e premiado diretor polonês Andrzej Vajda, Katyn, apesar de não possuir uma estrutura narrativa ágil e não apostar na sensibilização incisiva do espectador, é uma homenagem e um retrato marcante a um episódio histórico que merece ser conhecido por todos. Por fim, é um dos raros momentos em que um filme parece mais um livro do que o contrário.

NOTA: 7,5.

Ficha Técnica:
Diretor: Andrzej Wajda
Elenco: Artur Zmijewski, Maja Ostaszewska, Andrzej Chyra, Danuta Stenka, Jan Englert, Magdalena Cielecka, Agnieszka Glinska.
Duração: 116 min.
Ano de produção: 2007.
Gênero: Drama.

Trailer:

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Se Beber, Não Case!

SINOPSE

Dois dias antes do casamento, Doug (Justin Bartha) e três amigos (Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis) vão de carro para Las Vegas, para passar uma noite inesquecível. Mas quando os três padrinhos de casamento acordam no dia seguinte, explodindo de dor de cabeça, não conseguem se lembrar de nada. O luxuoso quarto de hotel está um caos e o noivo simplesmente desapareceu. Sem a menor ideia do que pode ter acontecido e correndo contra o tempo, o trio precisa refazer os passos da noite anterior até descobrir quando as coisas começaram a desandar e, de preferência, levar Doug de volta a Los Angeles a tempo para o casamento. O problema é que, quanto mais eles descobrem, mais percebem o quanto estão encrencados.
(Fonte: http://wwws.br.warnerbros.com/hangover/)

IMPRESSÕES

Sensação de bilheteria nos Estados Unidos, "Se Beber, Não Case"é simplemente hilário. Escrito e dirigido por Todd Phillips (Dias Incríveis), o filme possui uma história bastante simples, no entanto desenvolvida de forma incrivelmente criativa. Tiradas que mexem com o universo do mundo masculino, envolto de mulheres, viagens, amizade e bebedeira, confesso que em muitos momentos me identifiquei com algumas das "inacreditáveis" situações passadas pelo quarteto principal. Mais um ótimo exemplar de comédia "adulta", que aborda o tão "incompreendido" ambiente de transição entre a vida de solteiro e a vida de casado. Dinâmico; engraçado; interessante. Com certeza a melhor comédia do ano até agora e, com todos os méritos, tamém um dos filmes mais rentáveis.

É válido destacar a competência e o timming do elenco do longa. Ed Helms e Zach Galifianakis estão fantásticos e Bradley Cooper, apesar de ser o mais "normal" da trupe, consegue conquistar o público e comprova que é um ator versátil (ele está no filme de terror O Último Trem, baseado na obra de Clive Baker). Por fim, um ótimo produto hollywoodiano! E que venha a sequencia... sim, ela já foi confirmada.

NOTA: 8.

Ficha Técnica:
Diretor: Todd Phillips
Elenco: Bradley Cooper, Heather Graham, Justin Bartha, Ed Helms, Jeffrey Tambor, Zach Galifianakis, Ian Anthony Dale, Ken Jeong.
Produção: Daniel Goldberg, Todd Phillips
Roteiro: Jon Lucas, Scott Moore
Fotografia: Lawrence Sher
Duração: 100 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Classificação: 14 anos

Trailer: